Saúde óssea depois dos 50: o que fazer para prevenir fraturas
Nas mulheres, a chegada da menopausa marca uma fase de atenção redobrada à saúde óssea.
Nas mulheres, a chegada da menopausa marca uma fase de atenção redobrada à saúde óssea.
“Entender o próprio mapa hormonal é dar voz ao que o corpo está tentando dizer. Informação é o primeiro passo para que a mulher retome o protagonismo sobre sua própria saúde e bem-estar”, afirma ginecologista.
A era digital trouxe muitas possibilidades, mas também uma pressão: a de se tornar interessante o tempo todo. E, quando não conseguimos, vem o vazio.
De acordo com a ginecologista Patrícia Dias, ainda existe desinformação sobre o tema. “Muitas mulheres chegam ao consultório acreditando que a perda de força na região pélvica é uma consequência inevitável do tempo. Mas a verdade é que o assoalho pélvico é um conjunto muscular como qualquer outro: se não for exercitado, ele enfraquece”, diz.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, os casos de câncer de rim podem aumentar cerca de 79,8% na América Latina até 2050.
Segundo o psicólogo Eduardo Queiroz, o impacto da falta de suporte atinge
o funcionamento do organismo. “Quando uma mãe conta com uma rede de apoio efetiva, permitindo-lhe momentos de descanso, observamos uma regulação biológica imediata: os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, baixam para dar lugar à oxitocina”, afirma.
De acordo com o gastroenterologista Pedro Machado, a origem da doença está relacionada a um desequilíbrio do sistema imunológico.
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