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As novas gerações estão adotando novos hábitos de consumo e alterando o perfil do mercado global de bem-estar. A Geração Z, formada por pessoas nascidas entre o fim dos anos 1990 e meados da década de 2010, e a Geração Alpha, composta por quem nasceu a partir de 2010, apresentam comportamentos de consumo que priorizam saúde, autocuidado e experiências digitais. O resultado é uma transformação acelerada nesse setor, que deve movimentar cifras expressivas nos próximos anos.

A Geração Z é considerada a primeira totalmente conectada à internet, com uso intensivo de redes sociais, plataformas de streaming e dispositivos móveis. Já a Geração Alpha nasce em um contexto de tecnologia ainda mais avançada, marcada por inteligência artificial, assistentes virtuais e maior influência dos pais em temas ligados a saúde, alimentação e equilíbrio emocional.

Essa combinação faz com que a Alpha desenvolva, desde cedo, hábitos ligados ao autocuidado e ao consumo de produtos e serviços relacionados ao bem-estar. Esse perfil se diferencia das gerações anteriores e já começa a impactar a forma como empresas e marcas estruturam suas ofertas.

Segundo projeções da consultoria WGSN, os gastos globais da Geração Alpha com bem-estar devem alcançar US$ 1,31 trilhão até 2030, o que representará 13% de todo o mercado mundial. É um número impressionante, mas que faz sentido quando pensamos que esses jovens já crescem com o hábito de consumir conteúdos de autocuidado no TikTok, seguir influenciadores fitness no Instagram ou testar produtos recomendados por youtubers.

O comportamento digital que molda escolhas e hábitos de consumo

Para entender como Z e Alpha se relacionam com o consumo, basta olhar para onde dedicam seu tempo online. De acordo com a pesquisa Hábitos de consumo e desejos da Geração Z – 2ª edição, elaborada pela Forma Turismo, o streaming é praticamente um território deles: 83,1% assistem à Netflix regularmente e 91,1% escutam música pelo Spotify.

As redes sociais também são dominadas por esse público: 91,2% têm conta no Instagram, 87,3% no TikTok e 75,4% no WhatsApp. Esses espaços funcionam não apenas como canais de entretenimento, mas também como pontos de referência para escolhas de consumo. Tendências de moda, beleza ou saúde divulgadas em plataformas digitais podem influenciar decisões de compra em larga escala e em curto espaço de tempo.

O que esperar daqui pra frente?

O mercado de bem-estar, portanto, está apenas começando a sentir o impacto do protagonismo da Geração Z e Alpha. De academias a aplicativos de meditação, de suplementos alimentares a cosméticos veganos, tudo aponta para um futuro em que saúde mental, equilíbrio e autocuidado deixam de ser nicho para se tornarem, inclusive, padrão.

No fim das contas, essas gerações nos lembram que cuidar de si não é tendência passageira, mas um valor que veio para ficar. E se hoje já movimentam bilhões, imagine quando esses jovens se tornarem adultos com ainda mais poder de compra?


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