Carnaval é mais do que uma festa: é um estado de espírito. É quando o Brasil se reconhece no espelho da alegria, da mistura, do excesso que faz sentido. O Carnaval é democrático, popular, sofisticado e caótico ao mesmo tempo, mas é exatamente aí que mora sua beleza. Ele não pede licença, ele acontece. Na rua, no salão, na avenida. E a moda, claro, acompanha esse movimento com liberdade total.
No Carnaval, vestir-se é também um ato de expressão. Não existe certo ou errado, existe intenção. Existe conforto, existe brilho, existe identidade. É o momento perfeito para experimentar, ousar e se permitir ser quem você quiser, nem que seja só por alguns dias.
Para o Carnaval, minha primeira dica é: conforto é palavra-chave. Use roupas leves, tecidos respiráveis como algodão, viscose ou malha. Shorts, camisetas amplas, bodies e tênis ou sandálias rasteiras são aliados indispensáveis. Um toque de cor, um acessório divertido ou uma pochete estilosa resolvem o look sem complicar. Aqui um bom exemplo criado pelo estilista Beto Normal. Também um bom adereço de cabeça da Retropy.


Nos blocos de rua, pense em impacto visual. Cores vibrantes, estampas, franjas e volumes fazem toda a diferença. Chapéus, óculos, maquiagem artística e acessórios grandes ajudam a construir esse personagem carnavalesco que dialoga com a música e com a energia da multidão. Aquela roupa literal ou até mesmo uma fantasia caiu super bem como essas propostas pela Paeteh.

Crédito: Gustavo Delgado para Paeteh/Reprodução Instagram @paeteh
Dicas para ficar na moda em um baile de Carnaval
Já para um baile de Carnaval, o cenário muda. Aqui vale apostar no glamour. Paetês, plumas, transparências, metalizados e alfaiataria desconstruída são bem-vindos. Um bom blazer brilhante, um vestido impactante ou um look monocromático poderoso já contam uma história. Mas se quiser ousar a minha proposta sai do obvio com esse look criado pelo Kengawear.

Crédito: Kengawear/Reprodução Instagram @kengawear
Carnaval é isso: corpo em movimento, roupa em sintonia e alma leve. Vista-se para viver porque o Carnaval passa, mas as memórias ficam. E lembre-se: se beber, não dirija.



